"Para cada um recebendo sem ter de trabalhar, há uma pessoa trabalhando sem receber."
FONTE: http://www.engenhariae.com.br/colunas/professor-que-nunca-havia-reprovado-um-so-aluno
segunda-feira, novembro 18, 2013
segunda-feira, outubro 07, 2013
"Done is better than perfect"
Há cerca de 1 ano eu tomava uma importante decisão na minha vida: realizar o sonho de voltar pra minha terra, a minha caótica terra natal. Deixar o conforto de morar com os pais, de ter tudo na mão, de ser parte da zona de conforto. Findaram-se 11 anos felizes e gelados em Curitiba.
Sim, já passou 1 ano desde que voltei a ser carioca. Voou! Muitos realizaram e participaram disso, outros não. Há 1 ano voltei a ser vizinho do mar e a ter o calor na minha vida. Calor humano, calor de verão, calor de termômetro. O calor dos desafios - desafios que me imponho diariamente. E foi uma decisão muito acertada.
Hoje vejo, mais que nunca, que o desconforto gera mudança, e adaptação. Correr atrás sempre, como sempre fiz. Reatar laços, buscar novos amigos e também os antigos. Achar as oportunidades e tomar cuidado com as rasteiras, que não são poucas em qualquer lugar e área. Mas que não me assustam.
Troquei a saudade da família pela, agora, saudade dos pais. Mas passei a ter 2 casas. 2 porto-seguros. E vai ser sempre assim. Onde estivermos, nunca estaremos completos, sempre haverá a saudade. Seja dos amigos, dos parentes ou dos momentos. O bom é lembrar com carinho de cada um deles e fazer com que estejam vivos dentro de nós, e que sempre os (re)visitemos quando possível. Seja pessoal ou mentalmente.
"Cresça, independente do que aconteça", é uma frase que tenho levado comigo. O tempo não para de passar, e muito rápido. E ele é um só, independente do fuso. Procuro, cada vez mais, "gastá-lo" com quem e com o que me traga menos estresse, desgaste, e me dê mais prazer e satisfação. Trazer para mim só o que há de bom por aí. Coisas boas só atraem coisas melhores.
Sei que esse 1 ano é só o começo de uma série de mudanças que virão e que já estão acontecendo. É fase de reconciliação, transformação e projeção. Origem e objetivo. Para ir para frente temos que ter sempre um olho no que já passou e o outro aonde queremos chegar. E quero chegar longe, seja a pé, de rodinhas, rodões ou voando - mas sem pressa! Muitas vezes o caminho é muito mais interessante que o destino.
Meu obrigado a cada um que se faz presente nessa caminhada.
FOTO: flickr.com/cidmonteiro
segunda-feira, agosto 12, 2013
4000 km depois..
Mais de 4000 mil kms depois, muita coisa vem à cabeça. Muita coisa passou pela cabeça, e pelos olhos. Muitas estradas, muitos visuais, muitos horizontes, muita alegria, muita história e muito boa companhia.
Foram 19 dias em duas rodas. Mas rodando em estradas, efetivamente, foram apenas 5 dias longos - o que daria uma média de mais de 800 km/dia! O restante foram tiros curtos ou deslocamentos dentro das cidades. Eu, Dino e La Maquina cruzamos 5 estados (RJ, MG, GO, SP, PR) e o Distrito Federal.
2 grandes eventos aconteceram nesse meio tempo: o 10º Motocapital (DF) - o motivo da empreitada, e o maior da América Latina - e o 14º Paranaguá Motos (PR). Sem contar, claro, o aniversário da minha querida e estimada mãe, Fatima!
Ontem, findou-se a última parte: 800 kms, de Curitiba ao Rio, numa viagem solo de 12h. A moto não pestanejou em momento algum e me trouxe em segurança ao lar novamente, com muito orgulho e braveza. São Guidão e a Padroeira acompanharam nossos corações o tempo todo lá de cima.
Vimos estradas ruins, buracos negros nos asfaltos, pedágios abusivos, radares inacreditáveis (em quantidade e em velocidade máxima), kms e mais kms sem uma viva alma ou 1 posto de combustível, protestos, acidentes (até morte!), obras, engarrafamentos homéricos, motoristas abusados e inconsequentes.
Mas vimos e sentimos tb solidariedade, sorte, coragem, habilidade, disposição, amizade, companheirismo, espírito aventureiro, bom-humor, carinho, paciência e presteza. E, claro, muita diversão.
Agora, chego à terra natal de alma lavada e sentindo que vale a pena explorar meu país, mesmo com tantos problemas que vimos pelo caminho. Vale a companhia dos amigos, o caminho que percorremos com eles, as ajudas que recebemos e os auxílios que prestamos.
Não sou mais o mesmo, e estou feliz da vida. Uma noite de sono e comecei a rotina novamente, mas sem lembrar do frio que passei e das dores que senti. Lembro só do calor, do vento na cara e das infinitas retas. Cavalo que corre por gosto, não cansa.
segunda-feira, janeiro 28, 2013
Bem pra quem?
E as pessoas continuam divulgando e prestigiando trabalhos voluntários, seja para Copa, Olimpíadas, Copa das Confederações, Rio+20, etc.
Isso é a coisa mais ridícula que eu já vi. Voluntários se submetendo à testes de seleção, e concorrendo por 1 vaga, na esperança de trabalhar de graça. Tem que ter bom currículo, experiência e trabalhar duro, em atividades milionárias onde dinheiro não falta pra nada; onde há disputa de patrocinadores.
Enquanto isso os políticos, governantes e grandes organizadores ganham salários gordos, "ajuda-isso", "auxílio-aquilo", reajustam suas próprias remunerações e trabalham muito pouco. Não os vejo fazendo caridade pra nada nem movendo uma palha gratuitamente pra ninguém.
Mas ser voluntário é legal, é "cool", é 3º setor, é experiência, é estar na moda, é seguir tendência, é filantropia, é fazer o bem... né? Bem pra quem?
Ser voluntário (nesses casos) é ser explorado. É se subvalorizar. É dar mais dinheiro à quem não precisa. É compactuar com o sistema. É inversão de valores. É trabalhar por comida. É trabalhar pesado enquanto quem te "contratou" está vendo o jogo no ar-condicionado, e ganhando pra isso certamente.
Quer ser voluntário? Vá pra África, vá participar de causas humanitárias, vá ajudar vítimas de enchentes ou terremotos. Eles precisam, e muito, do seu suor. Esse sim será gratificante, e não terá preço.
Isso é a coisa mais ridícula que eu já vi. Voluntários se submetendo à testes de seleção, e concorrendo por 1 vaga, na esperança de trabalhar de graça. Tem que ter bom currículo, experiência e trabalhar duro, em atividades milionárias onde dinheiro não falta pra nada; onde há disputa de patrocinadores.
Enquanto isso os políticos, governantes e grandes organizadores ganham salários gordos, "ajuda-isso", "auxílio-aquilo", reajustam suas próprias remunerações e trabalham muito pouco. Não os vejo fazendo caridade pra nada nem movendo uma palha gratuitamente pra ninguém.
Mas ser voluntário é legal, é "cool", é 3º setor, é experiência, é estar na moda, é seguir tendência, é filantropia, é fazer o bem... né? Bem pra quem?
Ser voluntário (nesses casos) é ser explorado. É se subvalorizar. É dar mais dinheiro à quem não precisa. É compactuar com o sistema. É inversão de valores. É trabalhar por comida. É trabalhar pesado enquanto quem te "contratou" está vendo o jogo no ar-condicionado, e ganhando pra isso certamente.
Quer ser voluntário? Vá pra África, vá participar de causas humanitárias, vá ajudar vítimas de enchentes ou terremotos. Eles precisam, e muito, do seu suor. Esse sim será gratificante, e não terá preço.
quinta-feira, janeiro 03, 2013
Jardim Botânico da capital fluminen$e
Conhecer um lugar novo na sua própria cidade é sempre uma experiência agradável e surpreendente. Ainda mais começando o ano. Depois de quase 30 anos fui ao Jardim Botânico do Rio de Janeiro, um lugar lindo e enorme, no meio da cidade. Agora só uma coisa não fez sentido: ser pago.
Tiro o chapéu para Curitiba nesse aspecto, uma cidade rica em parques e todos gratuitos. Curitiba, por sua vez, poderia vir à capital fluminense aprender, de fato, o que é um Jardim Botânico. Não temos um grande palácio de vidro iluminado, nem quadras de tênis com velódromo, mas temos palmeiras imperiais, orquidário, bromeliário, estufas, gramados, cascatas, pontes, aqueduto, córregos, lagos, macacos, aves, trilha, caverna, árvores imensas e diversas espécies da Mata Atlântica.
Mas, de toda forma, cobrar entrada (e estacionamento) foi ridículo. Deveriam se espelhar nos grandes jardins de Viena - que também me vieram à cabeça nesta visita. Mas aí acho que seria pedir muito. Se espelhar na limpeza da versão curitibana já seria um grande começo.
Infos: Entrada R$6,00. Estacionamento R$7,00 (carro) e R$5,00 (moto).
Tiro o chapéu para Curitiba nesse aspecto, uma cidade rica em parques e todos gratuitos. Curitiba, por sua vez, poderia vir à capital fluminense aprender, de fato, o que é um Jardim Botânico. Não temos um grande palácio de vidro iluminado, nem quadras de tênis com velódromo, mas temos palmeiras imperiais, orquidário, bromeliário, estufas, gramados, cascatas, pontes, aqueduto, córregos, lagos, macacos, aves, trilha, caverna, árvores imensas e diversas espécies da Mata Atlântica.
Mas, de toda forma, cobrar entrada (e estacionamento) foi ridículo. Deveriam se espelhar nos grandes jardins de Viena - que também me vieram à cabeça nesta visita. Mas aí acho que seria pedir muito. Se espelhar na limpeza da versão curitibana já seria um grande começo.
Infos: Entrada R$6,00. Estacionamento R$7,00 (carro) e R$5,00 (moto).
segunda-feira, dezembro 10, 2012
Faça um elogio, ganhe um elogio
Pra quem entende inglês, é só assistir. Uma linda ação de marketing, não precisa de maiores explicações. É um daqueles vídeo-registros bem feitos que mexem com a gente (a Coca-Cola é mestre em publicidades assim).
PS: infelizmente não há uma versão do vídeo legendada, mas as emoções nos olhares acabam dizendo mais do que as palavras.
PS: infelizmente não há uma versão do vídeo legendada, mas as emoções nos olhares acabam dizendo mais do que as palavras.
sexta-feira, novembro 23, 2012
quarta-feira, novembro 21, 2012
Velha mania
Nós temos essa velha mania de achar que tudo é pra sempre.
Sempre teremos os mesmos amigos, andaremos com a mesma boa turma,
que os pais estarão sempre por perto, que as equipes nunca serão desmanchadas,
que teremos os telefones de todos que queremos perto, que as saídas serão sempre incríveis,
que os filmes sempre garantirão choros sinceros e gargalhadas espontâneas.
Achamos que sempre farão mais capítulos dos nossos queridos desenhos,
que sempre estaremos em forma para as atividades que nos dão prazer,
que podemos comer a mesma quantidade de 10 anos atrás, que os beijos serão sempre longos e molhados,
que estaremos na crista da onda todas as vezes, que a praia sempre estará lá.
Os momentos não voltam. As pessoas mudam. As pessoas se mudam. Os desenhos acabam.
As comidas tornam-se vilãs. Os empregos passam. Os beijos secam. Os filmes se repetem.
Os telefones não tocam mais. Os pais se vão. As noites escurecem. As barrigas crescem.
As ondas estouram e as praias ficam de ressaca.
Essa velha mania de achar que tudo é pra sempre apenas nos faz continuar em frente.
Sempre teremos os mesmos amigos, andaremos com a mesma boa turma,
que os pais estarão sempre por perto, que as equipes nunca serão desmanchadas,
que teremos os telefones de todos que queremos perto, que as saídas serão sempre incríveis,
que os filmes sempre garantirão choros sinceros e gargalhadas espontâneas.
Achamos que sempre farão mais capítulos dos nossos queridos desenhos,
que sempre estaremos em forma para as atividades que nos dão prazer,
que podemos comer a mesma quantidade de 10 anos atrás, que os beijos serão sempre longos e molhados,
que estaremos na crista da onda todas as vezes, que a praia sempre estará lá.
Os momentos não voltam. As pessoas mudam. As pessoas se mudam. Os desenhos acabam.
As comidas tornam-se vilãs. Os empregos passam. Os beijos secam. Os filmes se repetem.
Os telefones não tocam mais. Os pais se vão. As noites escurecem. As barrigas crescem.
As ondas estouram e as praias ficam de ressaca.
Essa velha mania de achar que tudo é pra sempre apenas nos faz continuar em frente.
domingo, novembro 11, 2012
TOP IMDB - 250 filmes em 2 minutos e meio
O diretor Jonathan Keogh fez uma edição com os TOP 250 filmes do site IMDB. A composição da edição junto com a trilha sonora criou um resultado incrível.
fonte: hypeness
fonte: hypeness
quinta-feira, outubro 18, 2012
4ª edição
Chega à 4ª edição minha querida exposição fotográfica Pela Europa Sem Tripé - Momentos.
Desde 2009, ela vem rodando Curitiba mostrando paisagens e visuais europeus de iluminação diferenciada registrados com nada mais que uma câmera, e muita vontade.
Convido vocês a darem um pulo lá no prédio do Shopping Estação (Curitiba/PR) e conhecerem o meu trabalho. A entrada é gratuita.
Divulguem para os seus amigos! Obrigado.
Desde 2009, ela vem rodando Curitiba mostrando paisagens e visuais europeus de iluminação diferenciada registrados com nada mais que uma câmera, e muita vontade.
Convido vocês a darem um pulo lá no prédio do Shopping Estação (Curitiba/PR) e conhecerem o meu trabalho. A entrada é gratuita.
Divulguem para os seus amigos! Obrigado.
quarta-feira, setembro 26, 2012
Cidade Leão
Impressionante! Time-lapse "tilt shift" em Singapura, por Keith Loutit.
The Lion City from Keith Loutit on Vimeo.
The Lion City from Keith Loutit on Vimeo.
segunda-feira, setembro 03, 2012
Diversificação ou Concentração de Negócios?
Texto baseado no artigo "Diversificação de mercados enfrenta dois séculos de dúvida" publicado em 21/05/12 na Revista Exame
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Pensando no mercado agrícola, por exemplo, um produtor consegue melhor rendimento do solo e maior rentabilidade e posicionamento mercadológico se segue a prática da policultura em substituição à monocultura. Tal fato deve-se à diferentes espécies de produtos terem diferentes características de produção e destinarem-se a diferentes públicos consumidores.
Desta forma, diversificar é uma estratégia inteligente para superar intempéries ao longo do tempo. Como dito no texto, empresas que produzem apenas um tipo de mercadoria final estão mais suscetíveis a um (eventual) declínio, pois sabemos que as condições nem sempre estarão favoráveis e, assim, a variedade traz a possibilidade de mais recursos para que se tenha mais ferramentas e opções de rentabilidade e investimento.
Penso ser mais viável empresas focarem num determinado segmento, mas, dentro dele, abrirem seu leque produtivo, fazendo com que as diferentes vertentes deste mesmo segmento sejam atendidos por ela. À ver o exemplo da Sony, que fabrica eletrônicos dos mais variados, mas ainda assim todos eletrônicos. No entanto, sabemos que existem também empresas de sucesso com uma diversificação bem maior, como a Yamaha, que fabrica desde motos e motores até equipamentos musicais.
Não afirmo que a concentração não construa empresas igualmente bem sucedidas. Pode ser um caminho interessante, principalmente no começo, mas que torna-se mais arriscado ao longo do tempo pela pequena flexibilidade da produção - sempre dependente de fatores externos.
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Pensando no mercado agrícola, por exemplo, um produtor consegue melhor rendimento do solo e maior rentabilidade e posicionamento mercadológico se segue a prática da policultura em substituição à monocultura. Tal fato deve-se à diferentes espécies de produtos terem diferentes características de produção e destinarem-se a diferentes públicos consumidores.
Desta forma, diversificar é uma estratégia inteligente para superar intempéries ao longo do tempo. Como dito no texto, empresas que produzem apenas um tipo de mercadoria final estão mais suscetíveis a um (eventual) declínio, pois sabemos que as condições nem sempre estarão favoráveis e, assim, a variedade traz a possibilidade de mais recursos para que se tenha mais ferramentas e opções de rentabilidade e investimento.
Penso ser mais viável empresas focarem num determinado segmento, mas, dentro dele, abrirem seu leque produtivo, fazendo com que as diferentes vertentes deste mesmo segmento sejam atendidos por ela. À ver o exemplo da Sony, que fabrica eletrônicos dos mais variados, mas ainda assim todos eletrônicos. No entanto, sabemos que existem também empresas de sucesso com uma diversificação bem maior, como a Yamaha, que fabrica desde motos e motores até equipamentos musicais.
Não afirmo que a concentração não construa empresas igualmente bem sucedidas. Pode ser um caminho interessante, principalmente no começo, mas que torna-se mais arriscado ao longo do tempo pela pequena flexibilidade da produção - sempre dependente de fatores externos.
sábado, setembro 01, 2012
É o fim do reino dos PCs?
Texto baseado no artigo "É o fim do Reino dos PCs" publicado em 16/06/12 na Revista Exame
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Apesar da ameaça sentida pelos fabricantes de PCs, não acredito que as tablets substituirão por completo os desktops, que terão seu uso voltado a fins mais específicos.
Apesar da ameaça sentida pelos fabricantes de PCs, não acredito que as tablets substituirão por completo os desktops, que terão seu uso voltado a fins mais específicos.
A produção e consumo das tablets vêm crescendo principalmente pela facilidade de uso do equipamento. Pessoas sem muita experiência ou domínio prévio conseguem facilmente se adequar ao novo equipamento, que não tem a pretensão de ser utilizado de maneira tão aprofundada. A tablet, diferente do PC, foi criada, basicamente, para atender às atividades cotidianas e para o entretenimento, tais como checar e enviar email, banco online, chat, comunicação, joguinhos, fotos, vídeos, uploads e - a grande sacada - uso de apps (aplicativos).
O boom da tablet deve-se a mobilidade com preço mais acessível que dos notebooks (mesmo não sendo barata ainda) e pela grandiosa quantidade de aplicativos gratuitos (ou de baixo valor) disponível nas lojas virtuais de seus fabricantes. Tal realidade não se faz presente (ou não era explorada) no mundo dos grandes e robustos PCs. Nele, os programas e jogos costumam ser (bem) pagos, com exceção de aplicativos e programas mais simples para tarefas rotineiras (os freewares).
As tablets lançaram-se com a proposta de ofertarem muitos aplicativos, que muitas vezes não tem, de fato, uma utilidade real, mas que visam simplesmente a diversão ou interação. Criou-se uma necessidade para tal nicho, fato que não existia nos PCS.
Os fabricantes de PCs terão de focar cada vez mais na fórmula do sucesso descoberta pelas tablets: um sistema intuitivo, com maior gama de programas gratuitos e serviços integrados com a vida online - o grande filão do momento e do futuro. Sem esquecerem da diversão!
Os desktops e potentes laptops ficarão restritos a grupos que precisam de grande processamento e de hardware pesado para edição de fotos de grande resolução, vídeos em alta definição, computação gráfica (como aplicações 3d) e para os ávidos jogadores - que estão sempre diante de jogos, cada vez mais, exigentes. Para essa parcela de usuários, os computadores de mesa (seja PC ou MAC) serão imprescindíveis por muito tempo ainda por sua composição interna parruda, tamanho de tela, teclado físico, mouse e tudo aquilo que facilite sua vida e/ou ambiente profissional.
É para este filão que a indústria e fabricantes de PCs deve se voltar.
terça-feira, agosto 28, 2012
A força da música
Excelente a produção de Terry Crews! O cara é, literalmente uma máquina! Assim como outros vídeos do projeto, ele movimenta instrumentos musicais e executa notas através de estímulos musculares, a partir de eletrodos fixados em seu corpo.
Ainda fica difícil acreditar que não tenha computação gráfica no meio disso tudo, mas o fato é que a sincronia está muito boa e verossímil. Só fiquei com uma pulga atrás da orelha por causa do (excelente) recurso ao final, que permite que você toque, monte e grave sua própria "música" com o uso do teclado. Mais uma revolução do Vimeo.
Ainda fica difícil acreditar que não tenha computação gráfica no meio disso tudo, mas o fato é que a sincronia está muito boa e verossímil. Só fiquei com uma pulga atrás da orelha por causa do (excelente) recurso ao final, que permite que você toque, monte e grave sua própria "música" com o uso do teclado. Mais uma revolução do Vimeo.
terça-feira, agosto 14, 2012
Superhumanos
Há poucas semanas, a emissora inglesa Channel 4, que ter á exclusividade na transmissão das Paraolimpíadas de Londres 2012, criou um filme de 90 segundos fantástico. Depois da veiculação, o vídeo colaborou para que os ingressos se esgotassem rapidamente.
Um show de trilha, edição e imagens com estes super atletlas, superadores de imensos desafios, e vencedores antes mesmo de competirem!
Um show de trilha, edição e imagens com estes super atletlas, superadores de imensos desafios, e vencedores antes mesmo de competirem!
Meet the Superhumans from STITCH on Vimeo.
sexta-feira, agosto 03, 2012
Em clima de Olimpíadas
Eita coisa linda de animação, héin? Parabéns à todos os realizadores, obra prima!
Um dia chego lá!!
Um dia chego lá!!
BBC 'Stadium UK' - Full Version from Passion Pictures on Vimeo
terça-feira, junho 05, 2012
quarta-feira, maio 09, 2012
segunda-feira, março 12, 2012
quarta-feira, fevereiro 01, 2012
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